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A maior ação de Acessibilidade e Inclusão tecnológica do Piauí para pessoas cegas

O projeto Hardware For Good e coordenado no Piauí pela ONG Comradio com o apoio da Fundação Dorina Nowill, fez a entrega de 260 celulares para pessoas cegas.



Esta é uma das maiores ações do estado do Piauí relacionada à acessibilidade e inclusão focada em atender as necessidades do uso de recursos digitais por pessoas com deficiência visual.


Além de promover conectividade e acessibilidade através dos dispositivos, o projeto também vai possibilitar a autonomia das pessoas cegas, a partir das ferramentas já disponíveis no sistema Android.

Assim como comandos de suporte de grande ajuda na rotina para as pessoas com deficiência visual, usando comando de voz, como checar as horas, tempo, adicionar lembretes, efetuar ligações, proporcionando autonomia e mais qualidade de vida.





















Os aparelhos que foram entregues vêm com plano de acesso à internet, possuem ferramentas que facilitam o uso para quem precisa da acessibilidade tecnológica. O modelo E32, recém lançado pela Motorola, já vem com configurações específicas para as pessoas com deficiência visual.


Entre os recursos estão os Leitores de Tela, que ajudam as pessoas com deficiência a poderem acessar a descrição de imagens em áudio, assim como o TalkBack, recurso nativo do equipamento.


O superintendente da Fundação Dorina Nowill, Alexandre Munck, ressalta a importância do aparelho celular para as pessoas com alguma deficiência visual: " A gente sabe o quanto é importante, o celular na questão de acessibilidade para as pessoas cegas e com baixa visão, o quanto o celular ajuda na inclusão, na locomoção e principalmente ao acesso as informações.



O coordenador geral do Projeto Mulheres de Visão, Iraildon Mota fala como essa ação transforma a vida das pessoas cegas: " O tanto de significado isso que o Google e a Fundação Dorina tem trazido para essas pessoas com deficiência, que por serem cegas e vivenciarem a vida toda no escuro, parte do que elas poderiam ver e ser, enfim, e atuarem, como pessoas normais, videntes, essas pessoas foram aleijadas de seus direitos".


Para Bruna, participante do Projeto Mulheres de Visão, o celular vai facilitar muito suas atividades: " Hoje, tudo que nós fazemos, nós precisamos de um aparelho né, facilita muito nossa vida. Ainda temos um pouco de dificuldade, na questão de alguns aplicativos, que muitas vezes não são acessíveis, mas a gente vai buscando da melhor forma se adaptar ou então tentar adaptar eles, o aplicativos pra o nosso dia-a-dia".




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